MÚSICA NO MUNDO

March 13, 2019

Você já se perguntou como está o consumo de música hoje em dia?

Estamos tão acostumado com o Streaming de conteúdo que muitas vezes nos esquecemos de quanto o mundo fonográfico evoluiu ao longo dos anos.

 

Acredita-se que os arranjos musicais surgiram há milhares de anos e foram crescendo, crescendo e crescendo e com as novas tecnologias sua comercialização se tornou possível e com isso nasceu o disco de vinil no final de 1940.

 

O Disco de Vinil

Para executar a música no século passado era preciso um toca-discos, aparelho grande e bastante vintage que trazia consigo toda uma estrutura arcaica para execução do som.

 

O disco era grande (quase do tamanho de uma pizza) e tinha microssulcos ou ranhuras em forma de espiral que conduziam a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário.

A gravação era analógica e mecânica e só era emitida através da vibração da agulha, transformada em sinal elétrico, amplificado, virando um som audível.

 

Tinha vários tipos, entre:

LP (long play) com 30cm de diâmetro e 20 minutos de música por lado, sendo utilizado para álbuns completos

EP (Extended Play) com 25cm de diâmetro  e capacidade de 8 minutos de música em cada lado.

Máxi (maxi single) com 31cm de diâmetro e capacidade de até 12 minutos de música em cada lado.

No Brasil, o vinil chegou na década de 1950.

 

CD (compact disc)

Entre 1980 e 1990 começa mais uma revolução no mundo da música e nasce o CD, ainda famoso hoje em dia.

Com 4.7 polegadas e capacidade armazenar até 80 minutos de música, a novidade conquistou as gravadoras e consumidores pela capacidade de armazenamento e praticidade no tamanho.

 

Foi desenvolvido pela Philips e Sony e ganhou novas versões, como CD-Rom, Cd-Rs, DVD e Blu-ray.

 

Streamings

 

 

 

A era da música online na primeira década dos anos 2000, mas a partir de 2014 ganhou força  quando a venda de CDs e a execução de músicas em aplicativos, como o Spotify se igualou à venda de CDs.

 

Segundo dados divulgados em 2014, pela Associação das Gravadoras dos Estados Unidos, o streaming cresceu 29% e obteve faturamento de US$ 1,87 bilhão, contra US$1,85 bilhão do CD.

 

Com o passar dos anos, o serviço cresceu ainda mais e os valores convidativos do planos de assinatura chamaram a atenção dos usuários que optaram pela novidade, abandonando o download de músicas separadas ou de CDs inteiros e os álbuns físicos.

 

Atualmente, o Spotify é o serviço líder em usuários, com mais de 170 milhões ativos por mês.

 

Outros serviços que valem destaque é o Deezer, com 53 milhões de usuários, Google Music, Apple Music e Tidal

 

Ainda sobre o Spotify, quem são os artistas mais ouvidos no mundo?

Entre os homens, o cantor canadense Drake é o favorito. Entre as mulheres, se destacam a barbadiana Rihanna, que possui as músicas e Cds mais ouvidos em números absolutos, e a cantora Ariana Grande, que em 2018 foi a mais ouvida.

No Brasil o destaque fica para a Anitta e Zé Neto e Cristiano.

 

E você usa qual serviço de música?

 

Curiosidades:

Streaming de música cresce 52% no Brasil em 2016 e já rende o triplo de venda de discos

Brasil é segundo país com mais assinaturas de streaming de música da Deezer

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