Golpe em viagens acende alerta e reforça cuidados na hora de contratar empresas
Cliente: Visite Ponta Grossa
Caso de prisão preventiva em Ponta Grossa chama atenção para os cuidados na contratação de empresas e compra de pacotes de viagem

Já pensou planejar a viagem dos sonhos e ter os planos destruídos porque caiu em um golpe? Essa é a realidade de diversas pessoas pelo Brasil e em Ponta Grossa cerca de 20 pessoas passaram por isso.
A notícia da prisão preventiva da ponta-grossense, apontada como responsável pelo golpe, acendeu um alerta nas entidades do turismo, como o Visite Ponta Grossa.
“Nossa orientação é sempre verificar a origem da empresa, se há viagens anteriores, analisar reclamações e desconfiar de preços muito baixos ou promessas exuberantes”, pontua o presidente do Visite PG, João Guilherme Martins.
Entre os mecanismos para identificar a procedência das empresas de turismo está o CadasTur. “Essa ferramenta do Ministério do Turismo comprova se a empresa ou profissional está legalizado e cumpre as normas nacionais”, enfatiza o presidente.
No Brasil, entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, o setor registrou mais de 59 mil tentativas de golpes online, segundo levantamento da Branddi, o que representa uma média de mais de 660 ocorrências por dia no período.
Os dados analisam quatro grandes segmentos do turismo, como venda de passagens aéreas, pacotes de viagem, aluguel de resorts e programas de intercâmbio.
Segundo o levantamento, 97% das ocorrências de golpes estão relacionadas às grandes marcas, nas quais os golpistas usam o nome das empresas para atrair usuários.
Dicas para evitar golpes
· Verificar o cadastro da empresa no Cadastur;
· Pesquisar as redes sociais da empresa e observar há quanto tempo atua no mercado;
· Consultar avaliações e reclamações de outros clientes;
· Conferir se o anúncio direciona para o site oficial da empresa responsável pelo produto ou serviço;
· Verificar se os hotéis e demais serviços incluídos no pacote realmente existem e, se necessário, entrar em contato diretamente com os estabelecimentos para confirmar a parceria;
· Conferir o nome ou CNPJ do favorecido e fazer pagamentos somente para contas bancárias vinculadas à empresa, nunca para terceiros;
· Desconfiar de preços muito abaixo dos praticados pelo mercado e de promessas exageradas.






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